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terça-feira, 21 de agosto de 2012

RESUMO DO LIVRO: O CASAMENTO QUE VOCÊ SEMPRE QUIS.




RESUMO DO LIVRO: O CASAMENTO QUE VOCÊ SEMPRE QUIS.


CHAPMAN Gary, Valney Paz Ribeiro Júnior**, O Casamento que você sempre Quis, Editora Mundo Cristão, 7ª Reimpressão, Tradução de Neyd Siqueira, São Paulo, SP. 1989, P. 38 a 49.


     
Atualmente a sociedade está vivendo um momento de dificuldades na área conjugal, casais que vivem bem por muito tempo, em pouco espaço de tempo passam a se odiarem e a desejar o divórcio, isto vem ocorrendo também entre lares cristãos. Diante de tal situação Chapman apresenta uma solução para os casais aprenderem a viver e vencer tais situações: A Bíblia Sagrada e Jesus Cristo.
Por que as pessoas se casam? Esta é uma pergunta que precisa ser respondida por cada casal e as respostas mais naturais para esse questionamento são: Sexo, companheirismo, amor, prover um lar para os filhos, aceitação social, vantagem econômica e segurança. O problema é que atualmente um grande número destes elementos antes conquistados através do casamento, hoje podem ser obtidos sem se estar casado. As pessoas hoje não acreditam que para praticar o sexo tem que se estar casado necessariamente por exemplo. A resposta a esta situação só pode ser encontrada na Bíblia.


“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele (Gênesis 2:18).”

            Aqui se percebe a necessidade que o homem tem de companheirismo, de convivência social, pois ele já tinha a presença de Deus, e mesmo assim o Senhor percebeu que ainda estava faltando alguma coisa para Adão, uma mulher. Ao criar a mulher Deus estabeleceu uma união entre ela e seu esposo, e essa união não é apenas sexual, ela alcança o âmbito emocional, intelectual, social, espiritual e físico. O desejo de Deus ao criar Eva era de estabelecer uma união entre o homem e a mulher de tal maneira que eles se tornassem um, assim como o Pai, o filho e o Espírito Santo são um, o que é definido por Chapman com uma unidade composta.
            Quando o casamento passa por problemas, raramente o marido ou a esposa admitem ser o culpado pelo fracasso. No Éden Adão pôs a culpa do seu fracasso na mulher, a mulher pôs a culpa na serpente, ao final ninguém assumiu a culpa, porque é fácil ver os erros dos outros, mas difícil admitir os nossos próprios erros. Chapman exemplifica esta realidade através da história de Jill e Bob. Um casal que enfrentou sérios problemas de relacionamento, pois, ela reclamava que os fins de semana seu esposo saía com os amigos e não se importava com ela. Bob por sua vez reclamava da falta de compreensão de Jill, do fato dela não valorizar nada do que ele fazia em casa, e o fator mais agravante é que eles levavam muito tempo sem praticar o sexo, um ato importantíssimo para a manutenção da união do casal, uma benção dada por Deus para auxiliar na manutenção da união entre o homem e a mulher.

“Quando aconselho casais, costumo oferecer papel e lápis a eles e pedir que escrevam as coisas que não gostam sobre seu parceiro. Você deveria ver as listas. Alguns até pedem mais papel. Escrevem furiosamente e com liberdade. Depois, um pouco mais tarde, peço que listem o que acham ser suas próprias fraquezas. A reação é divertida. Quase sempre podem pensar numa falha na hora e a colocar no papel. Depois, precisam parar realmente para pensar antes de acrescentar uma segunda falha.”

            Mais uma vez percebe-se no exemplo acima que é fácil observar o defeito dos outros e difícil perceber os próprios defeitos. Se alguém está enfrentando problemas em seu casamento, o ponto inicial, segundo Chapman, é conseguir visualizar os próprios defeitos. Com um pouco de esforço e sendo realista consigo mesmo é possível chegar a uma conclusão acerca dos defeitos próprios, e uma vez que se alcança isto é possível perceber a falta de amor que alguns têm pela própria esposa, a insensibilidade, e segundo Chapman, é preciso fazer uma lista de todos os erros que se costuma cometer e pedir perdão a Deus por cada um deles.
            Cada discussão que acontece num relacionamento é como um muro que se levanta entre o marido e a esposa. Este muro a cada vez que o problema se intensifica ganha proporções maiores, ele vai ficando mais alto e mais largo até separar de vez o que Deus criou para andar juntos. Sempre que um casal briga a decisão mais acertada a se tomar por ambos é reconhecer quando está errado, pedir perdão a Deus pelas palavras duras que cada um disse e que causaram feridas no cônjuge e em seguida pedir perdão ao seu amor pelos atos cometidos, isso é lógico, havendo um sincero arrependimento no coração. Atitudes sinceras como estas, tem o poder de derrubar os muros, seja lá qual for à dimensão que estes tenham alcançado.

Um terceiro passo deve acompanhar os dois primeiros: entregar-se ao ministério do Espírito Santo. Este nem sempre é um conceito de fácil compreensão. Jesus nos deixou, porém, com uma promessa e uma descrição.
           
            A promessa que Jesus fez foi enviar o Espírito Santo, a descrição foi que Ele guiaria os homens em toda verdade. O Chamado de Deus aos seus servos não é simplesmente para que se esforcem para ser iguais a Jesus, mas que permitam o Espírito Santo transforme as suas vidas, pois os frutos do Espírito possuem essas qualidades inerentes. O Espírito Santo habita no interior do salvo, ele vê de perto todas as situações enfrentadas pelo casal e como é Deus, onipotente, onisciente e onipresente, é uma grande ajuda que não deve ser esquecida pelos casais nos momentos de dificuldades.
            Outro ponto importante no casamento é a unidade. O casal precisa ser transparente um com o outro e isso é o que conduz à unidade. Contar os sucessos obtidos para seu cônjuge é fácil, difícil e partilhar os fracassos, admitir erros, admitir as limitações, as indiferenças, os pensamentos obscuros, o mal que pensaram um do outro, isso sempre é mais difícil, porém, é possível e conduz a unidade.


            O que um casal possui de mais valor é o amor. Várias pessoas já se casaram por motivos diversos, ouve-se histórias de casamento por interesse financeiro, “casamentos arranjados”, casamentos por falta de escolha na vida, casamentos à pressa por conta de gravidez e coisas semelhantes a estas. Mas o único ingrediente que mantém um casal unido e feliz é o amor.
            Quando um casal está se separando, geralmente quando questionados sobre a razão da separação, dizem que não amam mais, ou que o amor esfriou. Falando sobre o amor que o esposo deve ter pela sua companheira o apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo diz que o marido deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja, isto é, amar, por exemplo, quando esta negá-lo como Pedro o fez.
            Segundo Chapman, há duas maneiras principais de amar: Amar com palavras e amar com gestos. As palavras tem o poder de construir e de destruir, portanto deve-se ter bastante cuidado com elas. A demonstração de amor em palavras são os elogios, as palavras amáveis, as palavras de bondade, de súplica e de aceitação. A Bíblia diz que as palavras brandas desviam o furor (Provérbios 15:1). Bondade nas palavras diz respeito à maneira como se fala. Tem pessoas que só sabem falar gritando como se estivesse em uma discussão. A súplica deve estar no lugar da ordem no relacionamento conjugal, palavras como: O que você acha disto? São melhores do que: Faça isto!
            Além de amar em palavras é preciso amar com atitudes. Quem ama é bondoso com seu próximo, quem ama é paciente, é amável em tudo o que faz, não é egoísta. O amor é maior do que quaisquer irritações ou até mesmo imperfeições. Não se deve casar para ser feliz, mas para fazer o companheiro ou companheira feliz.
            É possível ser bem sucedido do casamento, é possível ser feliz e amado, é possível ser amável. Basta que aja uma decisão própria de vencer os obstáculos que a vida apresenta ao longo de cada jornada.        


Bibliografia:

·         CHAPMAN Gary, O Casamento que você sempre quis, Editora Mundo Cristão, Reimpressão, Tradução de Neyd Siqueira, São Paulo, SP. 1989, P. 13 a 54.
·         Bíblia Sagrada on line do site: www.bibliaonline.com.br, acessada dia 18 de Agosto de 2012.

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