Atualmente existem diversos transtornos de Ansiedade. Dentre eles, temos este conhecido com síndrome do pânico, que afeta 2% da população brasileira. Durante a crise a pessoa tem a sensação de que vai morrer, o coração dispara, falta ar, a pessoa pode começar a suar rápido demais, sente medo de infartar, medo de ter um acidente vasculhar cerebral e isso tudo meche demais com o estado psicológico. Apesar de provocar alterações físicas, os motivos são irreais, ou seja, a pessoa sente que está tendo, por exemplo, um infarto, mas na verdade não está. Segundo o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), são sintomas de síndrome do pânico:
  • Palpitações ou taquicardia; 
  • Sudorese; 
  • Tremores ou abalos; 
  • Sensações de falta de ar ou sufocamento; 
  • Sensações de asfixia; 
  • Dor ou desconforto torácico;
  •  Náusea ou desconforto abdominal;
  •  Sensação de tontura, 
  • Instabilidade, 
  • Vertigem ou desmaio; 
  • Desrealização (sensação de irrealidade) ou despersonalização (estar distanciado de si mesmo); 
  • Medo de perder o controle ou enlouquecer; 
  • Medo de morrer; 
  • Parestesias (anestesia ou sensações de formigamento); 
  • Calafrios ou ondas de calor, todos ligados a um medo intenso e inexplicável.
Além destes, algumas pessoas costumam também ter:

  • Dormência e formigamento nas mãos;
  • Sensação de estar com a garganta fechando
  • Dificuldade para engolir.

Os sintomas acontecem de repente, sem aviso prévio, o que torna a situação ainda pior. É preciso ter muito cuidado em diagnosticar, porque pode ser confundido com outros transtornos de ansiedade, como por exemplo, transtornos obsessivos compulsivos. Outro fator terrível desta síndrome é que a pessoa desenvolve o que chama-se: Medo do Medo! O paciente fica com medo de que aconteça a próxima crise, vive com medo de que ocorra, passa a sofrer mais do medo de que ela aconteça, de perder o controle, de enlouquecer, de morrer, do que da própria crise.

Há um caminho ruim que devemos evitar no campo das emoções e pensamentos: Estresse, esgotamento, ansiedade e depressão, esse é o caminho que nos faz perecer. Para evitar, é preciso diminuir o nível de estresse, pois o alto estresse é uma das causas da síndrome do pânico. São também possíveis origens da Síndrome do pânico:

  • Morte ou adoecimento de pessoa próxima (familiares, amigos);
  • Ter sofrido abuso sexual na infância;
  • Ter sofrido algum trauma ou acidentes.
Como este é um artigo de um pastor, voltado ao aconselhamento cristão, o qual tenho chamado: Terapia Cristã. Qual o benefício da Terapia Cristã para a cura da Síndrome do Pânico?

Como a própria ciência atual diz, o tratamento é longo e nós não desprezamos de maneira nenhuma a importância de um médico ser consultado, bem como psicólogos, psicanalistas e psiquiatras. Mas temos observado que há um lado espiritual no desencadear das crises e Jesus tem muito a contribuir para a melhora dos nossos aconselhandos. Através da fé, sempre cremos na possibilidade de resolver de maneira simples o problema, pois para Deus, nada é impossível (Lucas 1:37).

É fato que apenas os medicamentos  não são suficientes para tratar os pacientes com Síndrome do Pânico, o trabalho terapêutico é reconhecido e crucial para a melhora significativa do quadro do paciente. O conselheiro cristão pode falar sobre os sintomas e verificar quais deles o aconselhando possui. É possível ao conselheiro cristão também tentar descobrir quais as causas do estresse intenso, medo e problemas de relacionamento, que o paciente está submetido. Tentar acalmá-lo usando a maior ferramenta que nós possuímos: Nossas orações, pois a oração de um justo, pode muito em seus efeitos.

Se você gostou deste artigo, ou se encontra nesta situação e deseja compartilhar algo que enriqueça nosso artigo, tirar uma dúvida ou precisa de ajuda, entre em contato conosco: 
Email - valneyribeirojr@gmail.com
WahtsApp - (75) 99281-7777